Tenho presas na garganta palavras que devia ter falado, palavras que iriam consolar os amigos, palavras que iriam mostrar meus sentimentos, mas, aprendi que, se não posso falar, escrevo. Se minha garganta fechou e as cordas vocais já não funcionam, as mãos estão aqui, os dedos servem pra isso!
O que os olhos vêem, as mão escrevem.
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